domingo, 25 de setembro de 2011

Ao rio



E então como areia entre os dedos
nos despedimos em mais uma noite
longa e gélida
Foi querendo ficar e eu fiquei querendo ir.
E por fim, como se fossem pequenas agulhas
em meu corpo, ouvi aquela cancao
da madrugada
certeira e suavemente me arrebatando
Construimos um castelo de cartas
e a brisa do medo o destruiu
Fim de ferias, madrugadas a fio
e me restam os sonhos no rio
Ate quando vamos andar juntos sem dar as mãos?

0 comentários:

Postar um comentário